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Saturday, October 14, 2006

À Apologia de Sócrates
( versos que nunca entendi)

seus olhos, naquele tempo, me lembravam jabuticabas
esperou que eu viesse andando, jamais imaginou minhas asas
posto que nunca enfrentei com o peito a força das aguas
a maré lançou-me mundo profundo que desagua em nada.

um piscar, um lapejo, o veneno se faz mais forte
corta, amordaça a couraça pálida da alma
sabemos no que da isto tudo e seguimos a caminhada
uma seta nos aponta o tudo. O Tudo também não é nada


fernanda, juliana, florence, joana, ana paula
todas amando o inverso da superfície da palma
o benefício de ver: é que o que ele não vê não é nada

david dos anjos marat

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