Das Poesias de Adeus
um ser se alimenta de minha essência
insaciável , troveja um novo tormento
ah, este maldito ser que de mim se alimenta!
um passo sombrio em direção de mim mesmo
eis-me aqui, um descompasso no tempo
vítima do acaso no descaso, refém de meu comportamento
um humano sem par, ímpar e correndo
correndo da vida... infinita e falsa
dá-te um beijo de estalo, lhe afaga o peito
depois num pigarro com asas de morcego
foge pro mesmo nada de onde veio
Um poço de cólera, eis que me apresento
um fogo perpétuo, eis que me queima o peito
ser humano incompleto, um completo imperfeito
sempre correndo...
correndo da estrada ou correndo para ela
mais um dia triste, onde vendo às escuras
as sombras gigantes de meus próprios medos
insaciável , troveja um novo tormento
ah, este maldito ser que de mim se alimenta!
um passo sombrio em direção de mim mesmo
eis-me aqui, um descompasso no tempo
vítima do acaso no descaso, refém de meu comportamento
um humano sem par, ímpar e correndo
correndo da vida... infinita e falsa
dá-te um beijo de estalo, lhe afaga o peito
depois num pigarro com asas de morcego
foge pro mesmo nada de onde veio
Um poço de cólera, eis que me apresento
um fogo perpétuo, eis que me queima o peito
ser humano incompleto, um completo imperfeito
sempre correndo...
correndo da estrada ou correndo para ela
mais um dia triste, onde vendo às escuras
as sombras gigantes de meus próprios medos


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